20 anos de Guitar Hero: um impacto cultural

Guitar Hero completa 20 anos neste sábado (8). Lançado para PlayStation 2 (PS2) no dia 8 de novembro de 2005, o game foi fruto da parceria entre Harmonix, já experiente em jogos musicais, e a RedOctane, uma fabricante de periféricos. Ao juntar as duas empresas, o resultado foi um jogo de música focado no gênero rock’n roll e o lançamento de um controle no formato de uma guitarra. O risco era real, mas Guitar Hero foi um sucesso tão absurdo que se tornou até mesmo um fenômeno cultural. Confira, a seguir, mais detalhes do game em sua análise de aniversário.

Guitar Hero
Créditos: Harmonix e RedOctane

História: rumo ao estrelato

Teoricamente, Guitar Hero possui uma história. Seu foco está na possibilidade de levar ao jogador uma forma de tocar músicas populares na guitarra e, por isso, não houve tanta atenção em um enredo trabalhado. Entretanto, uma história simples existe e relata a trajetória do próprio jogador no mundo do rock. Começamos em garagens e palcos pequenos, até alcançar as gigantescas multidões. Embora simples, a trama ajuda a celebrar o mundo do rock e fazer o jogador mais leigo no assunto a compreender as atitudes e a estética desse meio.

Créditos: Harmonix e RedOctane

Jogabilidade: a emoção de tocar uma guitarra

Foi muito emocionante ligar o Guitar Hero e começar a realizar as notas de músicas populares e de forma tão simples. Essa era a grande magia do jogo. Sua jogabilidade consiste em uma pista na tela com cinco notas descendo. Precisamos pressionar a nota no momento correto, no final da pista. Quanto mais notas acertarmos, maior o combo, a pontuação e a animação da plateia. Errar demais, definitivamente, não é uma opção.

Uma das mecânicas que temos durante a jogatina é o “Star Power”, que ativávamos para aumentar a pontuação conquistada, geralmente, em solos. A jogabilidade é intuitiva, envolvente e com uma boa curva de aprendizado. Embora o jogo tenha sido projetado para o periférico guitarra, a maioria dos jogadores se divertia com controle normal do PS2.

Créditos: Harmonix e RedOctane

Gráficos: uma boa aula sobre…

Para o ano de 2005, os gráficos de Guitar Hero não impressionavam, mas também não eram alvo de reclamações, haja vista que esse não era o ponto mais relevante do game. Guitar Hero compensava os visuais mais simples, levando em consideração que se tratava do PS2, com uma ótima aula de direção de arte.

Os palcos, as decorações, as plateias, tudo remetia bem ao espírito do rock’n roll e fazia o jogador mergulhar nesse mundo com ainda mais facilidade. Foi um ponto que, certamente, ajudou a popularizar o gênero musical também.

Créditos: Harmonix e RedOctane

Música: levando jogadores ao caminho do rock!

Para aqueles que já gostavam de bandas como Black Sabbath, Deep Purple, Queen, Red Hot Chili Peppers, entre tantas outras, Guitar Hero era uma passagem obrigatória. Para aqueles que pouco conheciam esse grupos musicais, a passagem no jogo pode ter sido uma mudança drástica na vida deles. A forma como o jogador é inserido no caminho do rock’n roll é genial. É muito divertido ser praticamente capaz de realizar aqueles solos e riffs tão épicos de bandas populares.

Guitar Hero influenciou muitos jogadores e gostarem de rock e a procurarem mais sobre a música e por bandas diferentes. Não é surpreendente dizer que muitos também começaram a aprender a tocar guitarra de verdade por conta das excelentes músicas do game. Um espetáculo!

Conclusão

Guitar Hero foi o começo de uma franquia épica que foi capaz de mudar a cultura dos videogames e da música. Pessoas sem experiência com música puderam se sentir como verdadeiros astros do rock, e isso era muito divertido. Ele pavimentou o caminho para outros sucessos do gênero e tem um legado inenarrável.

Feliz aniversário, Guitar Hero!

Fontes: Vice e Bundae

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